O álcool disse as verdades Que sua covardia não permitia: Que eu não era sua vontade, Que eu não era sua filha. Por muito tempo isso me doeu, Mas hoje dou graças a Deus Por não ser nada sua. Dessa vergonha não morro, Esse mal não me mata. *** 11/05/26
Este espaço é dedicado à publicação de poemas autorais da escritora e poetisa Telma Gomes, tendo alguns assinados com seus pseudônimos. Esperamos bons leitores, e dispensamos críticos! A vida é repleta de críticos em demasia. Aqui queremos apenas leitores. Desejamos a todos uma boa leitura!