A voz ofegante, revela o desgaste, difícil se refazer, e emergir em águas paradas, mas me sinto serenar, embora essa vida não importe mais, acho que consigo flutuar, até porque cansei de nadar, talvez em algum momento eu encontre uma borda e possa finalmente descansar. *** (24/08/24)
Este espaço é dedicado à publicação de poemas autorais da escritora e poetisa Telma Gomes, tendo alguns assinados com seus pseudônimos. Esperamos bons leitores, e dispensamos críticos! A vida é repleta de críticos em demasia. Aqui queremos apenas leitores. Desejamos a todos uma boa leitura!